O que importa nem mesmo nós próprios sabemos. Pomos tal facto em questão todos os dias recorrendo à mesma pergunta de sempre “afinal de contas o que me interessa?”. Vivemos em função de rodeios, tornamos a nossa vida num belo filme de acção, drama, terror ou até mesmo romance e nem nos dá-mos conta. É constante, até se torna inevitável … e o mais impressionante? Habitua-mo-nos de tal forma que gostamos de viver assim, em função de tudo e mais alguma coisa pondo de parte a dita monotonia. Arriscamos e vivemos, por vezes até de mais, sem nos dar-mos conta que existe um mundo em nosso redor … mundo esse que pisamos e nem nos apercebemos, que ignora-mos e nem reparamos, que simplesmente tomamos como inferior ao “nosso mundo”. E é disto que não passamos: uns seres egoístas, independentemente do reconhecimento que façamos perante a nossa pessoa, todos os dias.
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