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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

nota15.

Como Aristóteles afirmava: “ O começo de todas as ciências é o espanto de as coisas serem o que são”, e é disto que é feita a nossa ciência, de uma objectividade que nos leva a ser.
Foi a isto que tudo nos levou, a um ponto de chegada, um começo deturpado e uma inquestionável decisão tomada. Foi exactamente isto que se tornou, uma realidade moldada em torno de ti. Pegadas intactas por um passado bastante presente, um momento pelo qual me deparo refugiada por um verbo conjugado em tempos levados. Situo-me num futuro contagiado por um exemplo sentido, um tanto quanto estático em volta de um “nós” já desgastado.
Explosivo e em tudo nocivo, um passado que pisou e em nada ficou. 

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