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segunda-feira, 14 de março de 2011

nota1.

Há uns tempos pensei em começar a escrever até chegar a um livro até que me apercebi que tal como viver para criar foi exaustivo, relembrar para escrever o seria ainda mais. Mas se esse fosse o caso seria tudo ao contrário, começava por trocar as ordens baseando-me num futuro para criar um presente, visto que criar um futuro baseado no passado não só ensina como principalmente dói. Nesse mesmo livro? Abordaria tudo: o tempo, a sociedade, os sentimentos, tudo … fazer-me-ia passar por exemplo, porque foi assim que me fizeram: um exemplo. Começaria por dar uma breve introdução que de momento não me ocorre, nunca fui muito boa a introduzir, contudo, de seguida, desenvolveria sem tempo indeterminado e por fim, poria na conclusão uma frase que todos sentem mas poucos dizem, porque dizer não é assim tão fácil quanto parece, dizer passa por afirmá-lo e a partir do momento em que o afirmámos, nem que seja uma negação, a partir desse momento estamos a encarar uma realidade, estamos a assentar os pés na Terra, a cairmos em nós. E queres saber que frase? Experimenta dizê-la (;

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